24 de fevereiro de 2017

FRASES SOLTAS I



«Há duas grandes instituições que têm sobrevivido ao longo dos tempos: a Igreja Católica e as universidades.»



(Alberto Amaral)


 

Tavares, Isabel (2017-02-22 16:11). «Alberto Amaral. "O Brexit pode ser um sarilho para nós. Os cursos vão ficar mais caros"». SAPO24. Acedido a 2017-02-24

9 de fevereiro de 2017

QUANDO A MAÇONARIA ANDA AGITADA

Desde há uns anos que a maçonaria andava mais encoberta, os anos passaram e a maçonaria está cada vez mais atrevida para sair das suas lojas e "expor-se" à luz do Sol. Não tarda dirão que a sua seita nunca foi secreta, mas discreta; como dizem na Opus Dei.

Publicou, o Diário de Notícias, algo que aflige a população:

Pré-candidatura de José Adelino Maltez agita maçonaria

"Prancha" do grande secretário-geral do Grande Oriente Lusitano proíbe acções de campanha antes de 23 de abril
 
O aviso está dado: só a partir de 23 de abril é que os candidatos a grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, a maior obediência maçónica em Portugal, podem fazer campanha eleitoral junto dos irmãos. Quem o disse foi o grande secretário-geral do GOL, António Lopes, "José Relvas", através de uma "prancha" (uma espécie de decreto), a qual, segundo fontes maçónicas, dirige-se à pré-campanha pelo ainda não assumido candidato José Adelino Maltez.
O documento de "José Relvas" (nome maçónico, inspirado na figura história que, em 1910, proclamou a implantação da República) afirma que "não existem candidatos antes do prazo definido", isto é, formalmente, só a partir de 23 de abril é que os candidatos a grão--mestre podem apresentar a respetiva lista, sendo que as eleições, como é tradição, decorrem no primeiro fim de semana de junho. Na prancha 082CO/16.17, o secretário-geral declara ainda não ser da "ética maçónica iniciar qualquer ato de campanha antes do Grande Tribunal Maçónico aceitar as listas candidatas". Alertando que a "violação deste princípio releva de uma visão profana de pré-candidaturas e penaliza os que respeitam as leis maçónicas". Um recado, segundo um maçom, com destinatário específico: José Adelino Maltez. A prancha de "José Relvas" é clara: "Não são autorizadas quaisquer ações de campanha, qualquer que seja a forma que revistam antes de 23 de abril de 2017."
O professor universitário tem convidado os seus irmãos da maçonaria para eventos protagonizados por si e por outras duas pessoas ligadas à sua candidatura: Luís Gonçalves Vaz e Manuel Bastos de Matos. Por exemplo, num recente e-mail, Maltez, usando a linguagem maçónica ao tratar o destinatário como "MQI" (meu querido irmão), convidava para a conferência "Corrupção, Transparência e Democracia", que decorrerá a 18 de fevereiro, no Porto. O texto termina com a saudação maçónica "TAF" - tríplice abraço fraterno. "Se isto não é pré-campanha...", ironizou um maçom. Contactado pelo DN, José Adelino Maltez recusou comentar o texto do grande secretário-geral: "Não presto declarações sobre questões internas."
O "perigo" liberal
A mais que provável entrada de José Adelino Maltez na corrida para grão-mestre do Grande Oriente Lusitano está a incendiar alguns setores desta obediência maçónica, os quais consideram como um "perigo" a chegada de um liberal a grão-mestre. Num e-mail difundido por vários irmãos, "Gomes Freire de Andrade" (nome maçónico) pergunta se o Grande Oriente Lusitano "vai ser a sede operacional" de um partido liberal, que nascerá da já criada Associação Iniciativa Liberal, da qual Adelino Maltez faz parte.
"Gomes Freire de Andrade" lança algum pânico entre os irmãos, dizendo que Maltez chegou a escrever, no livro Tradição e Revolução, a "enigmática" frase: "O que é preciso é chegar aos arquivos da Maçonaria..." (Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/candidatura-de-maltez-agita-maconaria-5656713.html)

Que se passa na maçonaria? Estão com medo do quê? Medo do seu próprio liberalismo?

31 de dezembro de 2008

Fr. BENTO MODERNISTA E MAÇONARIA (I)

A RCP transmitiu um debate entre o Frei Bento Domingues e o grão-mestre da Loja do Grande Oriente Lusitano (maçonaria). Como são dois amigos aquilo que poderia ter sido um debate tornou-se num "namorico ecuménico" onde Frei Bento fez gala dos seus préstimos, e onde o grão-mestre foi lançando "pescadinhas de rabo na boca" que iam desatando a língua do Frei (algum objectivo terá nisso, e não parece que este debate não tenha sido pensado para a maçonaria marcar pontos).
 
Fica aqui a primeira parte do programa em áudio: Primeira Parte

Pedro

Frei Bento Modernista e "Maçónico"
(Parte II)

Quem parece ser o Frei?

Para ouvir o debate ("namorico ecuménico") de Frei Bento com o grão-mestre.

Comentários antigos:

- Mas Q palermoide este Frei LOL (Josephus)

- Quem defende o que o "frei" Bento defende não pode ser menos que palermoide... eu diria modernoide.. (ASCENDENS)

Pedro

Novo co-author

Louvado seja Jesus Christo!
 
Caríssimo lector, a partir de hoje aparecerão também novas postagens que não serão minhas e por isso aparecerão com o nome do seu próprio author: Pedro.
São muito bons textos que desmascaram eficazmente a maçonaria e a sua actuação na sociedade.
 
Agnus

26 de julho de 2008

José II - imperador germânico de ideias maçónicas?

José II . Retrato da escola austríaca do séc. XVIII. (Museu de Arte e História, Viena)
JOSÉ II (Viena 1741-id. 1790), imperador germânico de 1765 a 1790. Filho mais velho de Francisco I e de Maria Teresa, sucedeu a seu pai como imperador em 1765, mas, ao mesmo tempo, associou-se a sua mãe como co-regente. Tornando-se único senhor com a morte de sua mãe (1780), fez da burocracia, da legislação e da centralização os três pilares de uma obra que continuou a de Maria Teresa, com vistas a dar mais coesão ao Estado disperso dos Habsburgos. José II assinou 6.000 decretos e 11.000 novas leis, que atingiam todas as engrenagens da administração e todos os setores da vida dos súditos, Ao mesmo tempo fisiocrata e mercantilista, José II introduziu a liberdade de comércio. Concedeu a liberdade de consciência aos dissidentes, mas praticou em relação às ordens monásticas uma política de dura vigilância e de fato reduziu a nada a autoridade papal sobre o clero austríaco. A politica externa de José II foi nitidamente infeliz, em especial nos Países Baixos, onde, desejando aplicar suas reformas, provocou uma revolta geral (1789). O imperador morreu devido à exaustão na inútil campanha desenvolvida por ele contra os turcos e que resultou na invasão do território austríaco. [Nova Encicloédia Larousse, vol. 3, Selecções Reader's Digest, São Paulo, 1983. p. 1111]

Caro Leitor, este governador e tantos outros pela Europa, tiveram políticas anti-clericais, entre elas a expulsão do clero do país como aconteceu em Portugal. Mas este foi mais timido, apenas expulsou as ordens monásticas e vendeu os seus bens para obras assistênciais. Até limitou o culto às reliquias. Seria por contaminação protestante? [http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_II%2C_Sacro_Imperador_Romano-Germ%C3%A2nico]


Olhando para a figura acima, pode-se reparar que ele esconde a sua mão no colete bem ao estilo maçónico, embora seja a mão esquerda escondida, os maçónicos matinham esse sinal para serem identificados. Compare com esta de Napoleão Bonaparte:

Também este escondia a mão, mas as suas políticas em relação ao clero foram idênticas: reduzir o poder do papa no clero, neste caso no clero francês.

Este site: http://www.freemasons-freemasonry.com/rela%C3%A7%C3%A3o_ma%C3%A7ons.html reafirma que Napoleão é maçon. Na wikipedia afirma que Napoleão escolhia os bispos e estes por sua vez seriam aprovados pelo Papa. A aprovação papal de certo era apenas um enfeite.

Chegamos a esta conclusão: Mão escondida -> maçónico -> leis contra a Santa Igreja.

2 de abril de 2008

Memória: Um bispo sem sal na língua

Na revista Visão de 06 de Março deste ano, edição 783, vem um artigo com o título:

Memória: Um bispo sem papas na língua

Qual foi o meu espanto de ver que de entre muitas coisas, este bispo pertencia a uma loja maçónica. Sim, quem diria um bispo na maçonaria!

Não é por acaso que uma outra personagem ligada à maçonaria tivesse escrito sobre esse bispo.
Diz assim na notícia da RTP:

"Aquilino Ribeiro destinou várias páginas da obra "Arcas Encoiradas" ao dia da inauguração da estátua, em 1911, nomeadamente as peripécias com a sua queda quando estava a ser içada, que a deixou danificada."(1)

Pode ter sido uma coisa pouco simpática, mas escreveu.
Também Ramalho Ortigão (seria este maçónico também?) que formou o "Grupo do Cenáculo" com o maçónico Antero de Quental (2), obviamente escreveu sobre o bispo sem papas na língua, Alves Martins:

"Na intimidade, era impossível conhecê-lo sem o amar", segundo o que escreveu, por seu turno, Ramalho Ortigão nas "Farpas".(1)Como qualquer maçónico, este bispo, foi um "político defensor das ideias liberais" e de "homem dotado de um forte sentimento humanitário, sendo consensual que apoiava todas as pessoas que na altura precisavam".(1)

Daí o Papa Leão XIII dizer sobre os maçons, na Encíclica Humanun Genus : «Têm sempre na boca os temos "liberdade" e "prosperidade pública"» (3)





(1)
AMF, Agência de Notícias de Portugal S.A., "Alves Martins: Bi-centenário do nascimento de político e bispo polémico assinalado em Viseu", acedido em http://www.rtp.pt/index.php?article=326990&visual=26 aos 1.IV.2008 AD.

(2) Grande Loja do Oriente, cintando a wikipédia, "Quental, Antero", acedido em http://loja.ocidente.eu/?p=20 aos 1.IV.2008 AD.

(3) Leão XII, "Humanum Genus", acedido em http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=enciclicas&artigo=humanum&lang=bra aos 1.IV.2008 AD.